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Homem é condenado por estuprar e ameaçar crianças em SC

Um homem foi condenado a 23 anos, oito meses e 24 dias de reclusão e a um mês e dez dias de detenção, em regime inicial fechado, por estuprar duas crianças e ameaçar uma delas em Dionísio Cerqueira, no Extremo-Oeste de Santa Catarina.

Justiça atendeu ao pedido do MPSC (Ministério Público de Santa Catarina). Ele também foi condenado a pagar R$ 40 mil às vítimas como reparação pelos danos causados.

De acordo com a denúncia da 2ª Promotoria de Justiça da Comarca de Dionísio Cerqueira, o homem era amigo de familiares das vítimas e se aproveitou da hospitalidade com que foi recebido para cometer os estupros. Os atos praticados foram diversos da conjunção carnal.

Ameaças

Em uma oportunidade, durante a madrugada, o homem foi até o quarto de uma das crianças, que acabou acordando com o abuso. Os estupros se repetiram em outras duas ocasiões. Para garantir a impunidade por seus crimes, ele ameaçou a vítima.

Com relação à outra criança, o estupro foi cometido quando a tia foi tomar banho e o homem ficou sozinho com a vítima. No mesmo dia, a outra vítima do crime também estava no local e presenciou tudo.

A criança ficou assustada e relatou a situação para a outra vítima, que disse que também foi abusada pelo homem. Elas, então, entraram em contato com a mãe de uma delas. Ao chegar ao local, a mãe conversou com as crianças, que relataram o ocorrido. A Polícia Militar foi chamada e o homem foi preso em flagrante.

“A condenação neste caso é importante porque ressalta nosso empenho nos delitos sexuais, prática repulsiva e inaceitável em nossa sociedade, e serve tanto para dar a efetiva resposta ao caso quanto para inibir a ação de outros criminosos da região. Também obtivemos a reparação de danos morais em favor das vítimas, em quantia que, somada, atingiu R$ 40 mil, e que poderá ser paga até mesmo com eventual trabalho efetuado pelo condenado no presídio, durante o cumprimento de sua pena”, ressalta o Promotor de Justiça Stefano Garcia da Silveira.

Cabe recurso da sentença, mas ao réu foi negado o direito de recorrer em liberdade. Ele segue preso preventivamente desde o dia 1º de agosto de 2022.

Com informações ND Mais 

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