O acidente ocorreu em 21 de junho de 2025, quando o balão pegou fogo durante voo
Em entrevista ao Cidade Alerta, da NDTV RECORD, o delegado Coltro afirmou que o MPSC requisitou a reabertura com um prazo de 20 dias para o cumprimento das novas etapas.
“O inquérito baixou, nós vamos cumprir essas diligências e, posteriormente, reenviar ao MP”, explicou o delegado. Segundo ele, o órgão solicitou novas análises complementares aos laudos já realizados, visando formar melhor a opinião sobre o delito.
Falta de indiciamento e novas análises
O inquérito original, finalizado em outubro, não havia indiciado responsáveis pelo acidente que, em junho de 2025, deixou oito mortos e 13 feridos, totalizando 21 pessoas a bordo do balão da empresa Sobrevoar. Na época, o piloto, Elves de Bem Crescêncio, também não foi responsabilizado por falta de provas.
A Polícia Civil de Santa Catarina esclareceu que a demissão do delegado anterior não teve relação com o caso do balão, sendo resultado de processos disciplinares iniciados na gestão anterior.
A investigação busca determinar as causas do incêndio que provocou a queda e apurar se houve falha humana dolosa ou culposa. Equipamentos do voo, como o extintor, o maçarico e um óculos usado por uma vítima, também passaram por análise técnica.
Relembre o acidente
O trágico acidente ocorreu em 21 de junho de 2025, quando o balão pegou fogo durante o voo, caiu após um pouso forçado e tentou decolar novamente. Treze pessoas, incluindo o piloto, conseguiram escapar do cesto. Das oito que permaneceram, quatro morreram queimadas, enquanto as outras quatro saltaram do balão em queda e não sobreviveram.
As novas diligências devem aprofundar a investigação e esclarecer todas as circunstâncias do acidente.









