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Prisão preventiva: Agressor de bebê em Caçador já tinha histórico de violência

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O agressor segue preso no Presídio Regional de Caçador

O homem de 25 anos preso em Caçador, suspeito de agredir a própria filha de apenas dois meses, teve sua prisão em flagrante convertida em preventiva. A decisão foi baseada em um histórico de violência que o suspeito acumula desde 2021, demonstrando um padrão de comportamento agressivo e intimidatório.

A prisão ocorreu no hospital, após a bebê dar entrada com graves lesões, incluindo fratura e sangramento no crânio, além de sinais de descuido e outros machucados pelo corpo. A criança permanece internada em estado grave na UTI de um hospital em Joaçaba. A mãe e a irmã da bebê, de um ano e dois meses, também apresentaram lesões.

O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) solicitou a prisão preventiva citando o perigo que o suspeito representa para as vítimas e a ordem pública. A promotora de justiça Luciana Leal Musa destacou que a gravidade dos ferimentos da bebê tornou a medida necessária para proteger a integridade física das crianças.

O histórico do agressor, revelado em boletins de ocorrência, mostra que o caso atual é o ponto mais grave de uma série de violências. Em 2021, ele ameaçou matar a então companheira, o filho e a si mesmo. Dois anos depois, em 2023, um novo registro apontou que ele desferiu socos em um carro, mordeu uma idosa que tentou intervir e ameaçou incendiar a casa da ex-companheira.

A mãe das crianças também é investigada. Em 2025, ela levou a filha mais velha do casal ao hospital após a criança, na época com oito meses, ter sofrido uma fratura no fêmur. O caso foi registrado como suspeita de abandono de incapaz, mas a mãe alegou que não havia percebido a gravidade da queda.

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