Greve foi decretada após assembleia geral realizada nesta quarta-feira
Cerca de 600 policiais penais e agentes socioeducativos de Santa Catarina decidiram, em assembleia online realizada nesta quarta-feira, 22, entrar em estado de greve. A categoria reivindica melhores condições de trabalho, reestruturação da carreira e recomposição salarial.
A decisão foi tomada após diversas tentativas de negociação com o governo do estado não terem sido atendidas. Os servidores alegam que as atuais condições de trabalho são insustentáveis e que a falta de valorização da categoria tem impactado diretamente na segurança dos presídios e na ressocialização dos internos.
A greve pode causar um caos no sistema prisional catarinense, com o risco de paralisação das atividades, superlotação das unidades prisionais e aumento da tensão entre os detentos. Além disso, a segurança da sociedade pode ser comprometida.
O governo do estado ainda não se manifestou oficialmente sobre a decisão dos servidores. A expectativa é que as negociações sejam retomadas nos próximos dias para tentar evitar a paralisação das atividades.
A decisão de entrar em greve demonstra a insatisfação da categoria com as condições de trabalho e a necessidade de uma valorização maior dos servidores que atuam na área da segurança pública.








