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Perícia da Polícia Civil revela que cavalo foi mutilado vivo em SP

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Cavalo teve patas cortadas com golpes de facão no interior de São Paulo; homem alegou estar bêbado e disse achar que animal estava morto

A equipe de perícia realizou uma análise detalhada no corpo do animal, que foi encontrado em uma estrada na zona rural de Bananal. O resultado dos exames contrariou a versão do tutor do cavalo, um jovem de 21 anos que é investigado por maus-tratos.

Em depoimento à polícia, o suspeito alegou que o cavalo já estava morto quando ele decepou as patas do animal. Uma testemunha, que é amigo do tutor, afirmou que o jovem teria dito “se você tem coração, melhor não olhar” antes de cometer a agressão, após o animal ter ficado exausto durante uma cavalgada.

O caso foi registrado como abuso contra animais com agravante pela morte. A Polícia Civil segue com as diligências para identificar e responsabilizar os envolvidos no crime, que ganhou repercussão nacional através de um vídeo viralizado nas redes sociais. Até o momento, não houve prisões.

Perícia da Polícia Civil revela que cavalo foi mutilado vivo em SP

A perícia da Polícia Civil confirmou que o cavalo brutalmente mutilado no interior de São Paulo estava vivo no momento em que teve suas patas cortadas a golpes de facão. A revelação, feita após análise do Instituto de Criminalística (IC), intensifica as investigações sobre o caso que chocou o país.

A equipe de perícia realizou uma análise detalhada no corpo do animal, que foi encontrado em uma estrada na zona rural de Bananal. O resultado dos exames contrariou a versão do tutor do cavalo, um jovem de 21 anos que é investigado por maus-tratos.

Em depoimento à polícia, o suspeito alegou que o cavalo já estava morto quando ele decepou as patas do animal. Uma testemunha, que é amigo do tutor, afirmou que o jovem teria dito “se você tem coração, melhor não olhar” antes de cometer a agressão, após o animal ter ficado exausto durante uma cavalgada.

O caso foi registrado como abuso contra animais com agravante pela morte. A Polícia Civil segue com as diligências para identificar e responsabilizar os envolvidos no crime, que ganhou repercussão nacional através de um vídeo viralizado nas redes sociais. Até o momento, não houve prisões.

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