A indústria automotiva deixou de fabricar alguns carros em 2014. Ao contrário do que ocorreu em 2013, onde modelos alguns modelos deixaram as lojas pela obrigatoriedade dos equipamentos de segurança, as baixas de 2014 ocorreram devido a pouca procura. No total, 15 modelos deixaram de ser vendidos no mercado.
A Audi, por exemplo, deixou de vender os modelos A3 Sport e A1 de duas portas. Ambos, agora, só estão disponíveis na carroceria com quatro portas. Outras baixas marcantes foram as dos Chevrolet Agile, lançado em 2009, e Sonic (versão hatch e sedã), importado da Coreia do Sul a partir de 2012.
Na PSA as retiradas foram maiores. O C4 hatch se despediu do mercado nacional há poucos meses. Como substituto do modelo comercializado em 2008 está o luxuoso DS5. Outro modelo da Citroën que deixa o País é o C4 Picasso. Tudo indica que a futura geração, já exibida na Europa, venha para o Brasil. Do lado da Peugeot, 508, picape Hoggar e 207 sedã deixam a linha. O trio tem em comum o baixo volume de vendas.
Na Ford, a saída do Fiesta Rocam é justificada com a chegada do novo Ka. Mesmo com o lançamento da nova geração do Fiesta, o antecessor resistia por oferecer uma boa relação custo/benefício.
Na Hyundai, a saída mais marcante foi a do carro design Veloster. Equipado com um fraco motor, o modelo saiu de cena. O modelo mais potente, com 204 cv, contra o de 120 cv, que foi apresentado no Salão do Automóvel de São Paulo começa a ser vendido em 2015.
Na Mitsubishi, quem deixa o posto é o TR4. O jipinho deixa a linha de produção após 12 anos. O modelo mais em conta da fábrica de Catalão, Goias, teve cerca de 100 mil unidades produzidas.
Na Volkswagen, as versões de duas portas foram extintas do novo Fox. A carroceria nesta opção só está disponível nos modelo de entrada Gol e Up! Mas as principais baixas da fabricante foram o Golf 4,5, ofuscado pelo lançamento da sétima geração, atualmente, importada do México e do Polo, modelo que ainda tem unidades em estoque.
Fonte: Estadão









