Nubank classificou como falsas as especulações sobre falência e afirmou solidez financeira após a liquidação da Will Financeira
Em nota, o Nubank foi categórico: “A resposta para todas essas perguntas é não”. A instituição destacou ser a maior instituição financeira privada do Brasil em número de clientes e uma das que apresentam menor volume de reclamações no setor. Segundo a empresa, são mais de 127 milhões de clientes atendidos no Brasil, México e Colômbia.
O banco também apresentou indicadores financeiros para reforçar a solidez do negócio. “Nosso lucro líquido no terceiro trimestre de 2025 foi de US$ 783 milhões”, informou. De acordo com a instituição, crescimento consistente, aumento de receita, lançamentos de novos produtos e a expansão da base de clientes comprovam a robustez do Nubank. “Seguiremos atuando no Brasil, entregando os melhores produtos, serviços e atendimento para nossos mais de 112 milhões de clientes no país”, afirmou.
Liquidação da Will Financeira
Os boatos surgiram após a decisão do Banco Central do Brasil, que decretou, na última quarta-feira (21), a liquidação extrajudicial da Will Financeira S.A. Crédito, conforme informou a Agência Brasil. A medida prevê a indisponibilidade dos bens dos controladores e ex-administradores da instituição, que integrava o conglomerado do Banco Master.
Segundo o portal R7, a decisão foi tomada após a identificação de grave deterioração da situação econômico-financeira, quadro de insolvência e vínculo de controle direto com o Banco Master. Até setembro, a Will Financeira concentrava cerca de R$ 6,5 bilhões em aplicações financeiras.
Em entrevista ao R7, o economista Hugo Garbe explicou que clientes pessoas físicas dentro do limite de cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) não enfrentam perda imediata dos recursos. Já investidores e credores fora dessa proteção precisam se habilitar formalmente junto ao liquidante.
Especialistas reforçam que a situação da Will Financeira não tem relação direta com o Nubank, e alertam para a importância de checar informações em fontes oficiais antes de compartilhar conteúdos alarmistas nas redes sociais.








