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Inquérito que apura naufrágio de lancha que resultou na morte de caçadorenses, em Laguna, é prorrogado

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O inquérito policial, que investiga as causas do naufrágio de uma lancha em Laguna, no Sul catarinense, foi prorrogado e, agora, deverá ser concluído nos próximos 15 dias. O acidente aconteceu em 14 de janeiro resultou na morte de três pessoas, entre elas, a do vereador em Caçador Ricardo de Moraes Barbosa, de 48 anos.

Segundo a Polícia Civil, a decisão se deu em razão da necessidade de ouvir mais algumas testemunhas. Até o momento, cerca de dez pessoas já prestaram depoimento e as autoridades trabalham com uma linha de investigação, ainda sob sigilo.

Outra apuração é feita pela Marinha do Brasil. Em nota, a organização militar informou que o inquérito para apurar as possíveis causas e responsabilidades sobre o caso já foi instaurado e se encontra em andamento.

Conforme o texto, no momento, estão sendo realizadas as devidas apurações para se obter uma panorama completo do que levou à fatalidade daquele dia e algumas testemunhas já foram ouvidas em depoimento; e documentos, obtidos e anexados aos autos.

Ainda em nota, a Marinha explicou que o prazo inicial para conclusão do inquérito é de 90 dias, podendo ser postergado caso seja observada a necessidade de realização de mais averiguações para elucidação do fato.

Relembre o caso

O naufrágio da lancha aconteceu no dia 14 de janeiro deste ano. Quatro pessoas sobreviveram e duas morreram: o vereador em Caçador Ricardo de Moraes Barbosa, de 48 anos, e o amigo dele, Deyvid Fernandes.

O filho do parlamentar, o personal Michel Ricardo de Moraes Barbosa, de 25 anos, ficou desaparecido por 20 dias. O seu corpo foi encontrado em 3 de fevereiro boiando em alto mar, na altura de Passo de Torres, no Extremo-Sul catarinense.

Com informações ND Mais 

 

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