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Hipócritas ou baratos?

Nonna Agência Digital

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Com a chegada dos “reality shows” no Brasil, tendo como carro-chefe o BBB (Big Brother Brasil) verificamos algumas coisas que nos tornam, hipócritas ou baratos.

Orgulho-me em dizer que não sei o nome dos participantes dos últimos sei lá quantos anos, mas me espanto em ver um País que perde tempo, cultura, e me desculpem quem assiste, até inteligência. Cansei de ver/ouvir rodas de conversas em época de BBB e afins, onde o assunto não sai disso.

Não posso julgar, em parte. Hoje em dia os selecionados são classificados pelo ótimo aspecto físico e pouca inteligência. Pouca inteligência sim, pessoa que se coloca em uma condição dessas, inteligência não tem ou se tem, pouca. To mentindo? Não, infelizmente. No não mais tão respeitado site de noticias, globo.com, me deparei com a seguinte “matéria”: Conheça os participantes do BBB14. Confira peso, altura e o estado civil dos novos brothers.” Novamente, desculpem-me que gosta, mas digno de pena.

Dá medo em pensar que a grande massa de um povo se contenta em ver gostosas e sarados com pouco conteúdo (pra não dizer nenhum), que ainda liga e gasta dinheiro “votando” em um ou outro, parecendo não saber que é tudo armado e que ganha quem as emissoras querem. Ano passado a população foi pra rua reclamar, a tal “vem pra rua”. A minha campanha pode não ser original, pois usaria o mesmo bordão, na hora do BBB e afins, desliga a TV e “Vem pra rua.”

“…Sou inimigo público número um, queria isso ou não…”

Tenho ouvido os mais diversos comentários a respeito das minhas publicações no facebook sobre, em sua maioria, motoristas que não respeitam as Leis. Como não canso de dizer, eu dei a cara à tapa para que as coisas funcionem melhor. Se isso incomoda alguém, me exclua, bloqueie, eu vou continuar deitando e dormindo… E publicando.

O que impressiona é que as pessoas se incomodando em ver alguém tentando ajudar. Se incomoda alguém, é porque faz igual ou não tem bom senso. Julgar é sempre mais fácil, sei disso, sou um “julgador” de primeira, mas não vejo essas mesmas pessoas que julgam, falam mal, criticam, fazendo alguma coisa pra ajudar a população.

Conscientizar e educar, nem que seja na base da exposição é uma forma de utilidade pública sim, mas pelo jeito, assim como o elefante, parece “incomodar muita gente”.

Rodrigo H. Carvalho

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