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Governo de SC começa a distribuir lotes de anestésicos a hospitais para tratar pacientes com Covid

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Após as dificuldades de hospitais em Santa Catarina em conseguir anestésicos e sedativos para tratar os pacientes, a Secretaria de Estado da Saúde começou a distribuir nesta quinta-feira (6) um lote desses medicamentos. Os remédios são de uma compra internacional feita pelo Ministério da Saúde com o Uruguai.

Os sedativos, anestésicos e bloqueadores neuromusculares, que foram o chamado “kit intubação”, são para tratar os pacientes que estão nos leitos de UTI Covid.

Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, Santa Catarina recebeu 92.500 ampolas dos medicamentos, que deverão ser entregues para 40 hospitais até esta sexta. Um deles é o Hospital Bethesda, de Joinville, no Norte catarinense.

“A medicação chega amanhã, já marcamos horário para ir buscar na Maternidade Darci Vargas, e essa medicação, dependendo da emergência também, porque nós temos a UTI com ocupação de 100% e sempre depende da emergência, a gente espera que dure em torno de 6 dias”, disse Hilário Dalmann, diretor executivo da unidade hospitalar.

O Hospital de Caridade, em Florianópolis, confirmou que já recebeu os medicamentos que faltavam. o Hospital Marieta Konder Bornhausen, de Itajaí, ainda aguarda pelos medicamentos.

A falta dos medicamentos agravou a situação de muitos hospitais em Santa Catarina. Nos últimos dias, os estoques chegaram no limite, em alguns casos até impossibilitando o recebimento de novos pacientes.
Essa situação levou o Ministério Público a cobrar do governo do estado um plano para regularizar essa situação. Algumas ações previstas foram previstas, como:

  • Elaboração de protocolo padrão de manutenção dos pacientes com Covid-19;
  • Análise criteriosa dos dados informados pelos hospitais;
  • Realização de licitação internacional para compra dos medicamentos, uma vez que a indústria brasileira não está comportando a demanda nacional;
  • Criação de um mapa único de distribuição para que a entrega dos medicamentos seja priorizada aos hospitais em situação mais crítica;
  • Possibilidade da chamada requisição administrativa, quando o estado requer o repasse compulsório de medicamentos de hospitais privados, mediante o pagamento de indenização.
  • Agora, o Ministério Público tem 15 dias para avaliar o viabilidade do plano apresentado pelo governo do estado.

Com informações G1 SC 

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