Uma auxiliar de serviços gerais investigada por improbidade administrativa em um inquérito civil firmou um Acordo de Não Persecução Civil (ANPC) com a 2ª Promotoria de Justiça da Comarca de Caçador. Ela se comprometeu a pagar uma multa por ter burlado a fila do Sistema Único de Saúde (SUS). A investigada também não poderá firmar contratos com o poder público nos próximos cinco anos.
A mulher confessou que deu cerca de R$ 7 mil reais para um médico incluir um familiar no rol de pacientes prioritários visando a acelerar a operação na coluna cervical. Ela declarou que não sabia que o pagamento era ilegal e disse que está arrependida e envergonhada. Além disso, informou que o problema de saúde de seu familiar não foi resolvido.








