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Dono de bar é preso por morte de mulher encontrada em estrada: ‘incomodava muito’

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Um homem de 38 anos, proprietário de um bar em Curitibanos, município no Norte de Santa Catarina, está preso desde o último dia 26 suspeito de ser o autor da morte de Stefani Jucelia Silva, de 34 anos, de acordo com a Polícia Civil. A prisão ocorreu no bairro Bom Jesus.

A vítima foi encontrada morta nos arredores do km 239 da SC-120, trecho que corta Curitibanos em direção à cidade de São José do Cerrito. O corpo foi achado no dia 8 de junho.

O suspeito teria assassinado Stefani com dois tiros, que atingiram a testa e a nuca dela, conforme constatado pela perícia do IML (Instituto Médico Legal). A vítima foi encontrada com as roupas ensanguentadas, sem documentos e com sinais de arrastamento.

No dia dos fatos Stefani compareceu no estabelecimento do suspeito e foi expulsa por ele, de acordo com Roxane Fávero Pereira Venturi, a delegada titular da Delegacia Regional de Polícia de Curitibanos. “Ela incomodava no bar”, detalha a investigadora.

As investigações reuniram provas que relacionaram o proprietário ao crime. No dia 26 de junho foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão e um de prisão contra o suspeito. Nesta segunda-feira (3) a Polícia Civil aguardava a finalização de perícias pelo IML para concluir o inquérito policial.

“Durante as buscas, foram encontradas munições em uma das residências. Ao final dos trabalhos, o homem foi encaminhado à Penitenciária de São Cristóvão do Sul ficando a disposição da Justiça”, destaca a investigação.

Stefani Jucelia era natural de São José, na Grande Florianópolis e se mudava constantemente de cidade. Há cerca de um mês Stefani tinha retorna retornado para Curitibanos, município onde morou em outras ocasiões.

Ainda segundo a investigação, a vítima era dependente química e vendia serviços sexuais para sustentar o vício. A família teria tentado interná-la numa clínica de recuperação, mas ela não aceitava. Stefani tinha passagens policiais por lesão corporal, furto, tráfico, ameaça e injúria.

O caso foi inicialmente investigado como feminicídio ou “acerto de contas” , por conta da dependência química da vítima. Ambas suspeitas foram afastadas no decorrer do inquérito.

Com informações ND Mais 

 

 

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