Mãe da criança informou que família optou pela doação de órgãos; má-formação seria causa do AVC
A Prefeitura de Penha, cidade onde a família reside, emitiu uma nota de pesar pelo falecimento de Vitor, que era aluno da escola Antônio José Tiago, no Centro. Em luto, a escola suspendeu as aulas nesta segunda-feira (26).
Doença rara descoberta no hospital
Em um vídeo publicado no Instagram na manhã desta segunda-feira, Raquel Nunes, mãe de Vitor, revelou que o filho tinha uma doença rara, descoberta apenas após ele passar por uma tomografia já no hospital. A condição, chamada MAV (má-formação arteriovenosa), é uma anomalia nos vasos sanguíneos do cérebro e, geralmente, é diagnosticada após o paciente apresentar sintomas – o que não aconteceu com Vitor.
“Nessa tomografia a gente descobriu que ele tinha uma doença chamada MAV, uma má-formação de vasos sanguíneos no cérebro. Um exame desse não se faz em criança, só se faz se tiver algum sintoma. E ele nunca, nunca sentiu nenhum tipo de sintoma”, explicou Raquel.
Família opta pela doação de órgãos
Com a confirmação da morte cerebral da criança, a família de Vitor optou pela doação de órgãos, o que implica em um protocolo médico específico e mais extenso para a emissão do laudo da causa da morte.
“Como a gente decidiu fazer a doação de órgãos, é mais um processo, são mais protocolos, por isso que leva dias. A gente está sofrendo, eu e meu marido estamos aqui desde sexta, a gente não sai. Estamos com ele até a hora que ele ganhar o laudo”, completou a mãe, em meio à dor da perda.









