O Conselho Consultivo do Maicé aguarda a vistoria para a alta complexidade em Traumatologia. A Secretaria de Estado da Saúde deverá encaminhar técnicos para Caçador no dia 21 de março.
“Esta é uma das nossas grandes bandeiras para a recuperação do Maicé. Ainda estamos com dificuldades financeiras para o custeio e, por isso, precisamos nos empenhar para que isso se torne realidade”, destacou o presidente do Conselho Consultivo, Leonir Tesser.
Além disso, em reunião realizada nesta terça-feira, 11, foram divulgados avanços em diversos projetos. Um deles é a implantação da Rede Cegonha, que, se acontecer, irá trazer retornos financeiros para o Maicé.
“Buscamos ainda a redução dos custos. Já estamos trabalhando para realizar a troca das caldeiras, que hoje funcionam com óleo diesel, para novas, com pellets, mais econômicas e que ocupam menos espaço, além de menos poluentes”, explicou o presidente da Associação Empresarial de Caçador, Henrique Basso.
O trabalho do Conselho está voltado também na consolidação de diversas emendas de parlamentares para a compra de equipamentos, que superam R$ 1 milhão. “Em primeiro lugar, temos que estrutura o hospital para que todos tenham condições de trabalho e possamos ter retorno financeiro para o custeio do hospital”, completou Tesser, revelando ainda que o Maicé continua deficitário.
Mobilização dos funcionários
A respeito de uma mobilização de alguns funcionários em busca de melhores salários, o presidente do Conselho afirmou que entende as reivindicações e que ainda aguarda a formalização dos pedidos. “Estamos bastante preocupados com esta situação, principalmente porque não temos o que oferecer, já que a situação financeira do Maicé é bastante complicada”, afirmou.
Uma das reivindicações definida pela mobilização seria a participação de um representante no Conselho Consultivo, o que foi aprovado nesta terça-feira.
“Vamos trazer conosco estas pessoas para que então possam entender como estamos trabalhando e qual é a real situação do hospital”, finalizou Tesser.








