Search
Close this search box.

Cigano prevê mais que uma trilogia com Velásquez

Notícia Hoje

Notícia Hoje

As informações mais atualizadas de Santa Catarina, do Brasil e do Mundo!

Compartilhe

No dia 19 de outubro, o UFC verá sua primeira trilogia valendo um cinturão na história da categoria peso-pesado, quando o atual campeão, Cain Velásquez, enfrentar pela terceira vez o desafiante número 1, Junior Cigano, em Houston, EUA, no UFC 166. Todas as lutas valeram cinturão: a primeira, em novembro de 2011, foi vencida pelo brasileiro; na segunda, em dezembro de 2012, o americano de raízes mexicanas tomou o título de volta.

Ambos os lutadores são os responsáveis pelas únicas derrotas um do outro no UFC; de resto, praticamente não foram ameaçados por seus demais adversários dentro do octógono. Além disso, são relativamente jovens: Velásquez tem 31 anos de idade e Cigano, 28. Por tudo isso, o lutador catarinense radicado na Bahia acredita que sua rivalidade com o americano se estenderá além do tira-teima de outubro.

“A luta que eu mais quero agora é essa, porque foi o cara contra quem eu ganhei o cinturão, que me tirou o cinturão, e que vejo como meu maior oponente dentro do UFC hoje. Não quero nenhuma outra luta, quero essa, mesmo que não fosse pelo cinturão. É lógico que eu ia querer quem estivesse com o cinturão, pois é outra realidade – com o cinturão e sem o cinturão, é totalmente diferente, minha intenção é ser o campeão. Como ele é o campeão, é um momento muito bom para ele e muito bom para mim. E quanto à trilogia, acho que vai passar disso. Vai ser quatro, ou cinco, ou seis vezes, porque ele é um cara bom pra caramba, diferenciado, e eu vou fazer de tudo para me manter no topo da categoria também. Acho que vamos nos encontrar várias vezes”, afirmou Cigano.

O enorme interesse de Cigano em enfrentar Velásquez se justifica não só pelo fato de o americano ser o detentor do cinturão, mas pela marca indelével que sua vitória por pontos em cinco rounds, no evento principal do UFC 155, deixou na psique do brasileiro. O ex-campeão peso-pesado, que desde então se recuperou com um nocaute sobre Mark Hunt no UFC 160, em maio passado, admite que a derrota ofuscou a memória do seu triunfo por nocaute, em apenas 1m04s, no primeiro encontro entre os dois, quando conquistou o título que manteve por pouco mais de um ano.

“A derrota (ficou mais marcada). A vitória foi um momento maravilhoso da minha vida, me tornei o que eu nem sonhava ser um dia, campeão, foi incrível, mas perder, e da forma que eu perdi, marcou mais. Me incomodou por um tempo mais. Agora não incomoda mais porque superei, tirei um aprendizado daquilo. Sei que sou melhor do que aquilo que mostrei, tenho essa consciência, e agora quero trabalhar duro para mostrar quem eu sou. A derrota ficou mais marcada. É de onde você tira mais aprendizado, das falhas”, contou.

Apesar disso e do domínio exercido por Velásquez na revanche, Cigano acredita que terá a vantagem mental quando reencontrar o atual campeão em outubro. Segundo ele, a memória de que o brasileiro pode terminar a luta com apenas um golpe será suficiente para que o americano seja cauteloso.

“Acho que vai ser um problema para ele, na mente, porque ele deu tudo o que tinha e não conseguiu terminar a luta. Eu terminei a luta em um minuto. É bem diferente. Acho que numa luta de contato total, tenho a vantagem, e acho que ele sabe disso. Tanto eu quanto ele temos que ser quase perfeitos na nossa estratégia para ganharmos a luta”, explicou.

Mais notícias de esporte>

 

 

Receba notícias, diariamente.

Salve nosso número e mande um OK.

Ao entrar você está ciente e de acordo com todos os termos de uso e privacidade do WhatsApp