Celesc afirma que reemissão ocorreu por problema técnico na nota fiscal e garante que valores não foram alterados nem se tratam de golpes
A Celesc negou que sejam golpes as faturas de energia reemitidas e entregues a consumidores em cidades de Santa Catarina no início de janeiro. O esclarecimento foi divulgado após alertas circularem nas redes sociais sobre supostas contas falsas, deixadas em caixas de correio e com cobrança por Pix.
Segundo a companhia, houve um problema pontual na aprovação da nota fiscal de parte das faturas da chamada etapa 1, referentes a leituras realizadas no dia 2 de janeiro. A situação atingiu exclusivamente faturas impressas em campo. Contas enviadas por e-mail ou processadas por outros fluxos do sistema não foram afetadas.
Essas faturas impressas são emitidas em regime de contingência e precisam, posteriormente, ter a nota fiscal aprovada pela Secretaria da Fazenda. Em cerca de 109 mil faturas em todo o Estado, essa aprovação não ocorreu, o que impediu o pagamento pelo código de barras ou boleto tradicional, restando apenas a opção de Pix.
Para garantir que os clientes pudessem efetuar o pagamento normalmente, a Celesc informou que gerou e entregou novas faturas, mantendo os mesmos valores. A única alteração foi o número da nota fiscal. A reemissão, conforme a empresa, foi necessária principalmente para atender consumidores que não utilizam com frequência os canais digitais para emissão de segunda via.
A Celesc reforça que as faturas são legítimas e que os valores cobrados não foram alterados. Quem já conseguiu pagar a primeira fatura não precisa se preocupar, pois a segunda via existe apenas para viabilizar o pagamento pelo código de barras.
Como orientação, a empresa recomenda que os consumidores confiram sempre se o beneficiário do pagamento é “Celesc Distribuição”. Em caso de dúvida, a recomendação é emitir a segunda via somente pelos canais oficiais, como a Agência Web, o aplicativo da Celesc ou o atendimento presencial.
A companhia afirma que segue comprometida com a transparência e pede a compreensão dos clientes diante do ajuste operacional, classificado como pontual.








