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Bolsonaro escolhe médico Marcelo Queiroga como novo ministro da Saúde

O presidente Jair Bolsonaro escolheu nesta segunda-feira, dia 15, o médico Marcelo Queiroga, presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia, como o novo ministro da Saúde. Ele assume no lugar do general Eduardo Pazuello com o desafio de enfrentar o pior momento da pandemia de Covid-19, no Brasil.

A informação foi antecipada por pastores evangélicos que se encontraram com Bolsonaro na tarde desta segunda-feira. Queiroga foi recebido pelo presidente e aceitou o convite. Queiroga também teve um encontro com o presidente nesta segunda-feira, onde aceitou o convite de assumir o ministério mais importante do governo neste momento crítico da pandemia de Covid-19. “A conversa foi excelente, já o conhecia há alguns anos. Não é uma pessoa que tomei conhecimento há poucos dias. E tem tudo no meu entender para fazer um bom trabalho, dando prosseguimento em tudo o que Pazuello fez até hoje”, disse o presidente em um vídeo no Youtube.

Médico há mais de 30 anos, Queiroga é próximo do senador e filho do presidente Flávio Bolsonaro (REP-RJ) e tem proximidade com o clã por meio da política paraibana. Governadores e secretários estaduais de saúde também receberam com o otimismo a escolha do médico por o considerarem um nome técnico e bem aceito no mundo político.

Nascido me João Pessoa, ele é formado em medicina pela Universidade Federal da Paraíba e fez residência no Hospital Adventista Silvestre, no Rio de Janeiro. Ele também tem especialização em cardiologia com área de atuação em hemodinâmica e cardiologia intervencionista.

Em dezembro de 2020, Queiroga foi indicado por Bolsonaro para ser um dos diretores da Agência Nacional da Saúde Suplementar (ANS). A indicação ainda havia sido votada pelo Senado Federal.

Assim que foi efetivado no Diário Oficial, Queiroga se torna o quarto ministro da Saúde no governo Bolsonaro. Ele entra no lugar de Pazuello, que fez um balanço de sua administração e admitiu que Bolsonaro estava em “tratativas” para substituí-lo do posto. Antes dele, a pasta já foi comandada pelo ex-deputado e médico Luiz Henrique Mandetta e o médico oncologista Nelson Teich.

Queiroga entrou no páreo depois da recusa da médica cardiologista Ludhmila Hajjar, que se reuniu com Bolsonaro neste domingo, dia 14. “Foi uma questão de divergência técnica”, disse a Veja a médica, que é defensora de um amplo e eficaz sistema de vacinação e contrária ao tratamento com cloroquina. 

Com informações Veja

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