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Boliviana que apontou problemas na LaMia pede ajuda ao Brasil

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A funcionária de controle de tráfego aéreo boliviana Celia Castedo, que apontou irregularidades no plano de voo do avião da Chapecoense, viajou para o Brasil e pediu ajuda às autoridades brasileiras. O Ministério Público Federal (MPF) informou, em comunicado, que Celia buscou a Procuradoria da República em Corumbá (MS) nesta segunda-feira. O MPF disse que vai solicitar aos órgãos federais competentes as medidas cabíveis, conforme as normas internacionais e o direito brasileiro.

A boliviana afirmou ter questionado um despachante da empresa aérea Lamia sobre pontos do plano de voo, inclusive que o tempo de rota era igual ao tempo de autonomia da aeronave. As causas do acidente ainda estão sendo investigadas, mas a principal hipótese é de que o avião ficou sem combustível durante o voo a caminho de Medellín, onde a Chapecoense enfrentaria o Atlético Nacional na final da Copa Sul-Americana.

Segundo o MPF, a Administração de Aeroportos e Serviços Auxiliares à Navegação Aérea da Bolívia (Aasaana) também teria enviado ao Ministério Público boliviano notícia-crime contra Celia por “não cumprimento de deveres” e “atentado contra a segurança dos transportes”, e ela estaria suspensa de suas funções por suspeita de negligência.

wpp

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