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Bancada do PL no Congresso volta a defender impeachment de Alexandre de Moraes; Flávio Bolsonaro anuncia protocolo no Senado

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“Muitos presidentes das Casas tem rabo preso”, diz Carol de Toni sobre Impeachment de Alexandre de Moraes e outros ministros do STF

A decisão de Flávio Bolsonaro foi tomada logo após Moraes determinar o bloqueio de todos os acessos do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) às contas bancárias e ao sistema de Pix.

Em uma publicação na internet, Flávio Bolsonaro apontou os motivos que o levaram a tomar a decisão, sem citar diretamente o pai ou o irmão, que foram alvo de ações do STF e que, possivelmente, culminaram em seu posicionamento.

“Alexandre de Moraes continua usando os mesmos métodos que acabaram com a democracia no Brasil. Tortura suas vítimas com todos os aparelhos que tem a sua disposição: de asfixia financeira a ameaça de prisão de familiares para fabricar uma falsa delação. A espinha de peixe na garganta do Brasil precisa ser retirada”, escreveu o senador.

Ceticismo no Congresso e articulações por assinaturas

Apesar da ofensiva do PL, a deputada Caroline de Toni (PL-SC), em entrevista exclusiva ao Portal ND Mais, expressou ceticismo quanto ao avanço de processos de impeachment contra ministros do STF no Congresso Nacional.

Carol de Toni afirmou que os pedidos não são analisados devido a “acordos entre parlamentares e o judiciário”. A deputada também acredita que há receio de possíveis retaliações: “Muitos dos presidentes das Casas têm rabo preso, têm investigações em andamento, que são investigados pelo Supremo, crimes comuns ou de responsabilidade é de responsabilidade do Supremo.”

O senador Esperidião Amin (PP-SC) também reforçou sua posição, voltando a falar sobre um pedido de impeachment de Alexandre de Moraes que ele assinou em janeiro de 2025. O político catarinense afirmou que “se ninguém parar o magistrado, ele vai continuar”, dando a entender que Moraes estaria extrapolando os limites legais.

Amin revelou que já possui 36 assinaturas para o pedido e que seu foco será conquistar mais cinco para iniciar o processo e pressionar o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), a pautar a discussão.

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