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Parque Central: o bom e o não tão bom exemplos

Nonna Agência Digital

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Fala o que quer, ouve o que não quer!!!

Dentre tantas reclamações que tenho recebido, muitas delas diz respeito ao volume extremamente excessivo do som automotivo de alguns motoristas. Tenho alguns amigos possuidores de lojas desse segmento que me falaram do crescimento do mercado e que este tem sido um bom mercado pra quem o comercializa de forma legal, afinal todos tem direito de ganhar seu dinheirinho honesto.

Mas, o que não é legal é ter que ouvir o som no volume inaudível, sem contar no péssimo gosto musical. Mas como diz o dito: “Gosto e cabelo, cada um tem o seu!”.

Se quer ouvir teu som potente, vá a algum lugar onde ninguém tenha que aturar tuas músicas. Não é porque teu som é caro e potente que as pessoas têm que ouvir. Fica a dica.

Parque Central e o bom exemplo

Ontem durante minha corrida junto ao Parque Central, me deparei com uma coisa curiosa, que me chamou a atenção durante algumas voltas que dei por aquele percurso. Um homem com uma espécie de carrinho de carga (não sei o nome específico) carregando bebidas do caminhão que este deixou estacionado na “Rua da Ferroviária”, até a lanchonete que tem no Parque Central.

Isso se repetiu por diversas vezes. A observação fica por conta deste motorista não ter estacionado fora da faixa, fechado a rua, ou até mesmo “abandonar” o caminhão alegando estar fazendo o seu trabalho. Eis a prova que da pra fazer o trabalho sem infringir as Leis, como é de costume ver acontecendo em Caçador.

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Parque Central e o não tão bom exemplo

Nas mesmas corridas diárias também percebi que as faixas de pedestres (pra quem caminha ou corre, obvio!) e as de ciclistas (para ciclistas, e acredito eu que afins) não têm sido respeitadas, ou respeitadas por poucas pessoas.

Cansei de ver inúmeros jovens andando de skate na faixa de pedestre, até mesmo parados, ou crianças andando com bicicletas nesta mesma faixa, e em boa parte acompanhada pelos pais, e a faixa de ciclista sendo muito pouco usada por quem realmente se preocupa nesses pequenos detalhes.

Acredito que fora alguns jovens que ficam de amasso nestas vias do Parque Central, o que não se pode evitar, não seja difícil pedestres e ciclistas andarem cada um na sua faixa. Como me disseram, logo vou ter que correr de “colete”, mas…

Fica a dica, outra dica!!!

Rodrigo H. Carvalho

 


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