Caçador teve, nesta terça-feira, 23, 7 professores em greve e nesta quarta, apenas 2. Entretanto, em Lebon Régis, que pertence à Gerência Regional de Educação, foram 26 no primeiro dia de mobilização e 24 no segundo.
A greve, que deve permanecer até esta quinta-feira, é uma mobilização nacional visando melhorias salariais e nas condições de trabalho.
O Governo do Estado reagiu e afirmou que vai descontar os dias de paralisação dos professores. “A Secretaria de Estado da Educação comunica que a mobilização prevista pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinte-SC) aos membros do magistério nos dias 23, 24 e 25 de abril não tem respaldo da Secretaria. Por isso, os três dias serão considerados dias letivos, necessários para o cumprimento dos 200 dias e 800 horas, previstos no calendário escolar. A Secretaria trabalha visando garantir a normalidade nas escolas e os diretores devem garantir aos alunos o acesso e a permanência em sala de aula”, disse a nota, emitida na semana passada.
“Os professores que não comparecerem ao trabalho terão suas faltas registradas nos assentos funcionais e descontadas, de acordo com a legislação vigente. Cabe a cada Gerência de Educação o acompanhamento das atividades educacionais nas unidades escolares de sua abrangência”, completa o comunicado.








