Padrasto morava com a família há cerca de dois meses
O caso foi descoberto e levado à Polícia Militar em um hospital do município na tarde da última sexta-feira (28). A mãe (a adolescente com Síndrome de Down) e a bebê foram levadas à unidade de saúde pela tia, que reside com as vítimas.
As investigações preliminares levantaram a suspeita de que o homem, padrasto da adolescente, também a teria aliciado.
Comportamento Suspeito e Descoberta
A tia relatou à polícia que o padrasto passou a morar com a família há cerca de dois meses e, desde então, apresentava comportamento agressivo.
A suspeita começou na última quarta-feira (26), quando a mulher notou uma mudança no comportamento da bebê. A criança tentava se esquivar do homem e chorava. A tia, então, percebeu uma vermelhidão na região da genitália da criança. Apesar de ter sido questionado, o homem negou veementemente os fatos.
Diante da forte suspeita, a mulher conseguiu levar a sobrinha e a bebê ao hospital. A equipe médica que realizou o atendimento acionou imediatamente a Polícia Militar, dando início à investigação.
Uma investigação detalhada da Polícia Civil deve agora elucidar o crime e confirmar a autoria dos fatos pelo padrasto.








