Corpo do jovem, enrolado em cobertor, foi encontrado há uma semana em uma residência, em Catanduvas
A primeira prisão ocorreu no final da tarde, em uma comunidade rural de Catanduvas, com o apoio da Polícia Militar Ambiental de Joaçaba. O suspeito de 25 anos foi localizado e detido. A segunda prisão, do jovem de 21 anos, aconteceu pouco depois, na região central da cidade.
Ambos os suspeitos já tinham mandados de prisão preventiva expedidos pela Justiça. Após a captura, foram encaminhados ao Presídio Regional de Joaçaba, onde permanecerão à disposição das autoridades judiciais.
Em nota, a Delegacia de Polícia de Catanduvas destacou a colaboração entre as forças policiais e reafirmou o compromisso com a elucidação de crimes e a manutenção da segurança pública no município. A investigação sobre o caso continua em andamento para esclarecer todas as circunstâncias que envolveram a morte de Rainan Rocha.
O corpo de Rainan foi encontrado na noite de 30 de abril, por volta das 20 horas, em uma casa localizada na rua Waldemar Bortolon, no bairro Chácara Fritz, em Catanduvas. A descoberta foi feita pela proprietária do imóvel, que, alertada por populares, entrou na residência com o irmão após arrombar a porta. O corpo do jovem estava enrolado em uma coberta e escondido embaixo de uma cama beliche.
A Polícia Militar informou que a casa pertencia à mulher, mas estava alugada para outra pessoa, que não era a vítima. Rainan Rocha, natural de Caçador, apresentava sinais de violência. A PM também relatou que o jovem possuía um extenso histórico criminal, com passagens por ameaça, motim de preso, tráfico de drogas, sequestro, estupro, posse de drogas, resistência, desobediência e desacato.
O corpo de Rainan foi velado em Catanduvas e sepultado no cemitério local no final da tarde da última quinta-feira, dia 1º de maio. A Polícia Civil segue com as investigações, buscando esclarecer todos os detalhes deste crime.









