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SOLIDARIEDADE: Caçadorense precisa de ajuda para salvar sua vida e do bebê

Em fevereiro deste ano Francisco Berto Melniski, a esposa Kelly e o filho do casal de 9 anos, contraíram a Covid-19. Nesse período, a esposa estava com aproximadamente duas semanas de gestação do segundo filho. Os três realizaram os tratamentos necessários e a princípio estava tudo correndo bem, inclusive no pré-natal, até que as coisas começaram a mudar.

Francisco conta que dia 18 de junho, cerca de quatro meses após passarem pela Covid, sua esposa Kelly foi ao banheiro por volta das 17 horas, e desmaiou. “Arrombei a porta e ela estava caída desacordada. Acionamos os bombeiros através da PM, pois nesse mesmo dia, a linha telefônica dos bombeiros estava com problemas, o socorro demorou cerca de 40 minutos para chegar. Ela deu entrada no hospital com uma parada cardiorrespiratória. Após reanimarem ela, entubaram imediatamente e diagnosticaram que ela havia desenvolvido uma tromboembolia pulmonar severa, devido a Covid 19”, lembra o marido.

E ali começou o pesadelo da família, já que as chances de Kelly sobreviver eram mínimas e as do bebê Guilherme quase não existiam.

“Foram 17 longos dias de UTI, onde os médicos não davam muitas esperanças e sempre mencionaram a grande possibilidade de danos neurais. Nesse mesmo período devido a complicações ela não pode ser movimentada, vindo a ter escaras. Após esses dias ela saiu da UTI e foi para o quarto, foram mais dez dias de internação”, explica Francisco.

Kelly então recebeu alta e após cinco dias em casa deu entrada no hospital novamente com convulsões, dia 20 de julho. No hospital foi diagnosticada a bactéria KPC, de origem hospitalar de acordo com o marido. De lá para cá, ela precisa realizar acompanhamento com alguns profissionais antes do parto, sendo eles: cardiologista, pneumologista, neurologista, hematologista e psicólogo.

Atualmente, com 27 semanas de gestação, ela recebeu alta novamente na quinta-feira, dia 28 de julho.

“Estamos tentando encaminhamento pelo SUS, mas todos sabemos a lentidão da saúde pública em nosso país. Precisamos também realizar o tratamento das escaras. Ela também terá que fazer uso de uma injeção anticoagulante a qual custa na faixa de R$ 180,00 cada uma, encontrasse acamada, usando fraldas e iniciando processo de fisioterapia para voltar a caminhar e fortalecer pernas e braços devido ao longo período de internação. Que Deus abençoe a cada um que puder nos ajudar nessa batalha”, declara Francisco.

Para quem desejar contribuir com o tratamento de Kelly, o marido criou uma vakinha online https://www.vakinha.com.br/3004946 e também por PIX no email melniski.francisco@gmail.com

Para mais informações o contato pode ser pelo telefone 998027384.

 

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