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?Ser idosa me ensinou a viver novamente?, diz caçadorense

?Ser idosa me ensinou a viver novamente?, diz caçadorense

Na comemoração do Dia Nacional do Idoso (1º) a Prefeitura de Caçador através da Secretaria Municipal de Assistência Social, o Serviço Social do Comércio (SESC) e o Conselho Municipal do Idoso visitaram cinco grupos de idosos parabenizando-os pelo seu dia e afirmando o quanto eles são especiais para a sociedade. Foram freqüentados os grupos do Bairro Rancho Fundo, Cohab II, Bom Sucesso, Nossa Senhora Rainha e Catedral. Os participantes deram uma verdadeira lição de vida para os mais jovens.

O professor de recreação da Secretaria de Assistência Social, Marcelo Alves, agradeceu a participação dos idosos nos grupos. “É gratificante tê-los conosco diariamente, pois vocês são pessoas que nos passam muita sabedoria e aprendizado diariamente. Parabéns pelo dia de vocês e esperamos que no futuro possamos também fazer parte da melhor idade”.

A diretora do SESC, Gicerlei Candiago dos Santos, destacou o quão significativo é para o SESC homenagear os idosos pelo seu dia. “Trabalhamos com a terceira idade nos Programas do SESC, mas sabemos o quanto este trabalho desenvolvido pela Assistência Social é importante para sociedade e por isso queríamos parabenizar todos os grupos e pedir para que vocês contem conosco para o que precisarem”.

O presidente do Conselho Municipal do Idoso, Júlio Moschetta, afirma que este também é um dia de conscientização. “Precisamos cuidar e ajudar estas pessoas que já fizeram muito para o nosso município e nossas famílias. Então além de agradecê-los por estarem conosco também gostaríamos de pedir o cuidado deles, evitando maus tratos e zelando por sua saúde”.

Maria de Lurdes Prando é coordenadora do Grupo da Catedral e comenta que depois que chegou aos 60 anos muita coisa mudou. “Ser idosa me ensinou a viver novamente. Aprendi a me divertir, comecei a enxergar a vida de uma maneira diferente e a dar muito mais valor às coisas da vida”.

Semelhante a Maria, Domingos Jaques de Oliveira, do Grupo Lago Azul da Cohab II, conta timidamente que aprendeu a dançar já na melhor idade. “Criei amizades mais fortes do que quando era jovem e aprendi a dançar, algo que tinha vergonha antes. Hoje ensino outras pessoas a dançar e me orgulho muito disso”.

Maria Juraci Prestes, do grupo do bairro Bom Sucesso, diz que fazer parte da terceira idade mudou a forma de pensar e de se preocupar com os problemas. E Dalila Fernandes Favero, do Grupo Nossa Senhora Rainha, destacou que hoje possui mais tempo para cuidar dela. “Antes eu não tinha tempo para nada, hoje levo a vida mais sossegada, cuido de mim, da casa e da minha família”, finaliza.

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