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Homem invade creche em Curitiba, faz 13 crianças reféns e morre durante ação policial.

Após mais de duas horas de tensão, crianças de 2 a 4 anos foram resgatadas sem ferimentos. Ocorrência mobilizou equipes especializadas da Polícia Militar.

Momentos de medo e angústia marcaram a tarde desta sexta-feira (9), no bairro São Braz, em Curitiba, no Paraná. Um homem armado com uma faca e carregando galões de álcool invadiu o Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) São Braz e se trancou em uma sala onde estavam 13 crianças, com idades entre 2 e 4 anos, e dois professores.

A ocorrência mobilizou equipes da Polícia Militar, incluindo o Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), enquanto familiares aguardavam do lado de fora da unidade por notícias das crianças.

Segundo as informações repassadas pela Polícia Militar, o homem teria pulado o muro da creche e se apresentado inicialmente como alguém que faria uma entrega. Ele também carregava um bilhete escrito à mão, no qual solicitava a presença da polícia e de profissionais da imprensa.

Durante a invasão, outras crianças, professores e funcionários conseguiram deixar o local. Por segurança, uma escola próxima também foi evacuada.

O clima foi de desespero entre os familiares, que acompanharam a movimentação policial durante mais de duas horas. Alguns pais relataram dificuldades para obter informações sobre o que estava acontecendo dentro da creche.
A Prefeitura de Curitiba organizou um espaço de acolhimento, com apoio de profissionais da psicologia, para prestar assistência às famílias.
Crianças são resgatadas sem ferimentos

O desfecho da ocorrência aconteceu por volta das 18h20, quando equipes do Bope realizaram uma intervenção e neutralizaram o invasor, que morreu durante a ação.

As 13 crianças foram retiradas da unidade sem ferimentos. Conforme a Polícia Militar, todas passam bem e foram encaminhadas para avaliação médica e acompanhamento psicológico, com a presença de seus familiares.

A identidade do homem ainda não foi divulgada, assim como a motivação que o levou a invadir a unidade de ensino. Também não há confirmação sobre uma possível ligação dele com alguma criança ou funcionário da creche.
As circunstâncias da intervenção policial ainda deverão ser esclarecidas pelas autoridades.
O caso segue sob investigação.

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