O lutador caçadorense Junior Cigano dos Santos falou, em entrevista coletiva na tarde desta segunda-feira, a respeito da sua vitória no UFC, da lesão no joelho e do seu futuro na principal categoria do MMA do mundo.
Resumo de 2014
“Esse ano foi complicado, mas graças a Deus eu fui recompensado com uma vitória difícil como todo o ano, mas acabou de uma forma positiva e é isso que importa pra mim hoje”.
Sobre a lesão
“Na realidade não foi uma lesão. O treinamento para o MMA é muito pesado, é difícil se preparar para uma luta e durante o meu eu senti um pouco o joelho mas não foi nada sério, eu fiz exames e havia sido um estiramento leve em um ligamento. Durante a luta isso se agravou, mas já estou tomando conta disso com médicos para resolver da melhor maneira”.
Sobre a declaração de Dana
“Para quem assistiu pode ter sido demais, como as duas últimas lutas com o Velasquez foram duras essa também foi e foi nesse sentido que ele falou. Eu fico inchado facilmente, então visualmente parece que estou acabado, muito machucado mas na verdade não. Eu já estou recuperado 15 dias depois já estou inteiro de novo. Logo que o oponente conecta alguns golpes eu corto facilmente e fico bastante inchado e isso visualmente não é muito legal”.
“Pra mim foi uma luta perfeita, não importa o quão dura for a luta, o que importa é a vitória no final e graças a Deus eu consegui a vitória e o resto vamos dando um jeito”.
Sobre uma próxima luta
“Assim que os médicos me liberarem, espero que o mais rápido possível, eu já posso marcar a próxima luta”.
“Eu quero lutar com os melhores. A categoria dos pesados está em um momento bom e não vai faltar oponente para fazer uma luta em um futuro breve”.
Férias em Caçador
“Eu não posso deixar de vir para recarregar as baterias e pra mim é muito importante sentir esse calor da população que gosta e acompanha, independente de onde eu vá as pessoas vem comentar e até dar dicas sobre como eu devo reagir ou lutar, mas eu vejo com bons olhos, muitas vezes faz sentido o pessoal está entendendo de MMA. Por outro lado tem a minha família que me acolhe e é muito importante pra mim. Parece uma recarga, eu sinto como se me ligassem na tomada e me reabastecendo de energia para as próximas batalhas”.
