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População precisa saber distinguir casos de urgência e emergência

População precisa saber distinguir casos de urgência e emergência

Com o objetivo de melhor orientar a população caçadorense, os Bombeiros Voluntários de Caçador estão divulgando um material sobre como distinguir casos de emergência e urgência e as situações que são competentes de fato aos Bombeiros e ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).

De acordo com os Bombeiros Voluntários existem situações em que a pessoa chega a mentir sobre determinado caso para forçar o atendimento. Além do fato de muitos usarem as ambulâncias como transporte até o hospital.

 

Acompanhe a seguir as orientações e faça sua parte. Colabore!

 

Quando se deve chamar a emergência?

Já parou para pensar quando se deve realmente chamar os serviços de emergência? Em Caçador as equipes de emergência são os Bombeiros Voluntários que possuem 04 (quatro) USB (Unidade de Suporte Básico) e o SAMU que possui 01 (uma) USA (Unidade de Suporte Avançado), conhecida também por UTI Móvel. Segundo o IBGE no ano de 2010 a população municipal já ultrapassava os 70 mil habitantes, três anos se passaram e esse número já é maior.

Segundo o histórico estatístico dos Bombeiros Voluntários no ano de 2010 a média diária de ocorrências atendidas era entre 10 a 12 ocorrências; porém com o passar dos anos a rotina seguiu aumentando e atualmente, os atendimentos compreendem uma média de 30 chamados diários. Entre esses chamados estão os casos de queimaduras, acidentes de trabalho, PCR (parada cardiorrespiratória), AVC (acidente vascular cerebral), gestantes, acidentes de trânsito, incêndios, entre outros salvamentos e sinistros.

Um grande problema enfrentado pelas equipes de atendimento são situações em que são acionadas as ambulâncias, mas não sendo caracterizados de urgência ou emergência, para isso vamos aprender qual a distinção entre esses dois conceitos:

A diferença principal entre as duas palavras concentra-se mais no campo da medicina, como por exemplo hemorragias, parada respiratória e parada cardíaca são emergências; luxações, torções, fraturas (dependendo a gravidade) são casos de urgência. Outro ponto é que nas emergências o aparecimento é súbito e imprevisto, exigindo solução imediata; e urgência não, pois apesar de ser em curto prazo, há premência ou insistência de solução. – Fonte: http://www.significados.com.br/urgencia-e-emergencia/)

Outro ponto a ser levantado são os horários de pico de chamados, onde num curto prazo de tempo são vários os chamados, implicando as equipes de emergência também um curto espaço de tempo para solucionar os chamados. Unido a essa questão estão os chamados que não são emergenciais, e acabam acarretando muitas vezes no adiamento de um atendimento de caso realmente emergencial.

Devemos levar em consideração também que muitos casos graves requerem mais tempo para se solucionar o problema com qualidade e eficiência.

 

Por isso amigo cidadão, acione as equipes de emergência somente quando realmente for uma situação emergencial. Não use as ambulâncias do Bombeiro ou do SAMU como meio de transporte. Essa situação tem sido corriqueira, e muitas vezes o solicitante mente sobre a situação ao telefonista da central de emergência para simular uma emergência num caso simples. No hospital a triagem será feita pela equipe médica e de enfermagem, indiferente se ir de ambulância ou condução própria.

 

Fonte Site: http://www.bombeirosdecacador.com.br/

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