Agora, trabalho é baseado na versão dos filhos de Mandelli. Na primeira, dados foram colhidos de acordo com o que contou José Moacir de Lima
A Polícia Civil de Caçador fez uma nova reconstituição do assassinato de José Julio Mandelli, morto há 22 dias na Linha Tamanduá, com um tiro na cabeça.
Esta é a segunda reconstituição do caso. Na primeira, os policiais se basearam nos dados repassados pelo acusado do crime, José Moacir de Lima, que era capataz de uma fazenda ao lado da propriedade de Mandelli.
Na versão do atirador, o crime foi em legitima defesa porque Mandelli teria descido do trator e tentado lhe agredir.
Nesta reconstituição, a Polícia utilizou a versão dos dois filhos da vítima, que foram testemunhas do crime. Segundo eles, o acusado chegou de moto ao local onde eles faziam a limpeza da estrada que dá acesso à casa de Mandelli. Entretanto, o caminho passa dentro das terras do patrão de Lima, que foi até lá para avisar para que não mexessem na estrada.
Na versão dos filhos, Mandelli estaria com o trator ligado e, assim que viu Lima, desligou o motor e desceu para conversar. O acusado então puxou a arma e atirou na sua cabeça. Mandelli caiu com o rosto no chão e já ficou inconsciente.
Em seguida, segundo os filhos, o atirador apontou a arma para eles e desferiu ameaças. Mesmo assim, um deles correu até o trator e foi para casa buscar um veículo para trazer o pai ao hospital. Quando chegou de volta, o acusado já tinha ido embora.
As investigações do crime prosseguem. Lima, o acusado pelo assassinato, está preso.
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