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Irmão de músico da banda de Alexandre Pires é encontrado morto em Palhoça após quase dois meses desaparecido

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Polícia investiga as circunstâncias da morte após localização de restos mortais em Palhoça

O irmão de Luiz Tiazinha, músico da banda de Alexandre Pires, foi encontrado morto nesta quarta-feira (10) em Palhoça, na Grande Florianópolis. A informação foi confirmada pelo próprio Tiazinha por meio das redes sociais.

Marcus Vinicius Pinheiro Machado e Souza, de 36 anos, estava desaparecido desde 11 de outubro. De acordo com a Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC), restos mortais foram localizados em uma área remota de Palhoça, mas a identificação oficial ainda depende de exame pericial, já que o corpo estava irreconhecível.

O delegado Anselmo Cruz informou que há fortes indícios de que o cadáver seja de Marcus Vinicius, porém apenas a perícia poderá confirmar a identidade.

Família aponta crime, mas polícia ainda não confirma

Nas redes sociais, Luiz Tiazinha lamentou a morte do irmão e afirmou que Marcus teria sido “assassinado, extorquido, abusado e roubado”. A Polícia Civil, no entanto, declarou que essas informações não estão confirmadas e que as investigações continuam.

Em uma das mensagens publicadas, Tiazinha escreveu:
“Eu infelizmente não consegui salvar você. Rezava todos os dias para Deus e falava: ‘troco qualquer coisa, qualquer sonho meu para te ver bem, para ter você vivo perto de nós’.”

Ele também comentou sobre a angústia vivida pela família durante o desaparecimento:
“Foram dois meses de muita angústia e sofrimento. Tudo que fiz por você, meu irmão, eu faria de novo até que justiça fosse feita — e será!”

Último contato e suspeitas levantadas pela família

Marcus Vinicius foi visto pela última vez no bairro Ponta do Papagaio, em Palhoça, após receber uma ligação de um amigo e entrar em um carro cinza. Segundo Tiazinha, a família já teria identificado o suposto proprietário do veículo.

Em entrevista à NDTV Record, o músico relatou que Marcus havia recebido uma quantia significativa após vencer um processo judicial e que estaria circulando com um homem apontado como dono de uma casa de prostituição. A família suspeitava que Marcus poderia ter sido vítima de extorsão, possivelmente para realizar saques de dinheiro.

Desde então, ele não fez mais contato com parentes.

A Polícia Civil segue investigando o caso e aguarda o resultado da perícia para confirmar oficialmente a identidade dos restos mortais e determinar as circunstâncias da morte.

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