A investigação apura um esquema nacional de descontos associativos não autorizados em aposentadorias e pensões de beneficiários do INSS. De acordo com a PF, são investigados crimes como inserção de dados falsos em sistemas oficiais, formação de organização criminosa, estelionato previdenciário, corrupção ativa e passiva e ocultação de patrimônio.

Ao todo, 63 mandados de busca e apreensão e 10 mandados de prisão preventiva estão sendo cumpridos, além de outras medidas cautelares, em 15 estados brasileiros, incluindo Santa Catarina.
Stefanutto havia sido exonerado do cargo em abril, logo após as primeiras revelações da operação sobre as fraudes em benefícios previdenciários. Segundo a PF, o objetivo desta nova fase é desarticular a cúpula da organização criminosa e aprofundar as apurações sobre o envolvimento de servidores públicos e dirigentes de entidades associativas.