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Contratação de empresa para a saúde vira alvo do MP

A forma utilizada pelo prefeito Beto Comazzetto (PMDB) para resolver a saúde de Caçador foi questionada pelo Ministério Público Estadual. O promotor Diego Rodrigo Pinheiro oficiou a Prefeitura nesta segunda-feira, 7, e instaurou um inquérito civil para apurar supostas irregularidades na contratação da empresa para prestar serviços médicos no Pronto Atendimento.

Além disso, o promotor determinou que a resposta deveria ser dada pela Prefeitura em 24 horas, quando a Lei prevê até 10 dias. “O Ministério Público não deixa de ter razão, mas a nossa realidade não deixou outra opção”, afirmou o procurador do Município, Rubiano Schmitz.

Ele lembrou que o pedido do promotor é para que a Prefeitura faça concurso público para a contratação de médicos. “Nós vamos fazer isso, mas não podemos deixar a situação da maneira como estava na administração anterior, em que a saúde estava um caos”, completou Rubiano.

O procurador lembrou ainda que no dia 2 de janeiro foi decretada situação de emergência da saúde, considerando a falta de profissionais médicos, reformas em algumas unidades de saúde, a suspensão dos convênios pela administração anterior e um ofício do hospital Maicé, afirmando que reduziria os atendimentos à população no Pronto Socorro.

“Diante disso, decretamos situação de emergência e a contratação dos médicos através de uma dispensa de licitação, que ainda está em trâmite”, destacou, afirmando que, em 7 dias, já foram atendidas 1199 pessoas, além do município contar com cinco novos profissionais.

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